O treinamento resistido é mais eficiente para melhorar a estabilidade corporal em idosos do que exercícios clássicos para equilíbrio, mesmo quando realizado com equipamento rudimentar e programas não convencionais.
O treinamento resistido é mais eficiente para melhorar a estabilidade corporal em idosos do que exercícios clássicos para equilíbrio, mesmo quando realizado com equipamento rudimentar e programas não convencionais.
Trabalhos recentes mostram que os exercícios resistidos são os mais eficientes para fortalecer os ossos, mesmo quando não ocorre aumento da densidade mineral óssea.
Novas evidências sugerem a superioridade da musculação para prevenção e tratamento do diabetes mellitus do tipo 2 em relação aos exercícios aeróbicos.
Revisão sobre os efeitos benéficos do treinamento resistido na Doença de Parkinson e considerações sobre os possíveis mecanismos fisiológicos envolvidos.
Análises especializadas confirmam que as grandes diferenças nas respostas ao treinamento hipertrófico são controladas geneticamente.
O treinamento resistido com cargas elevadas é seguro para mulheres com linfedema secundário a tratamento do câncer de mama. Considerações com relação a cargas e intensidades na musculação.
O treinamento resistido tem importante efeito da melhora da cognição em pessoas idosas com comprometimento da memória.
A utilização de nomes de alterações patológicas cardíacas para designar adaptações fisiológicas ao treinamento deve ser evitada porque são processos distintos. As adaptações aos esforços não apresentam consequências deletérias à saúde.
Neste trabalho o treinamento resistido reduziu o risco de quedas em 57%, o treinamento de agilidade em 48% e os alongamentos em 20%
O aumento da força, da resistência muscular e da funcionalidade geral induzido pelo treinamento resistido foi demonstrado em pacientes com esclerose múltipla em diferentes níveis de disfunção.
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